Escritos vindos da fazenda II
Imagino que as borboletas não sabem o que fazem. Se balançam, sem facilidade, no ar. Capotam e transladam, rotacionam com seus corpos rígidos e extensos. Mas nunca decidem o que querem fazer.
É como dito foi. Devem estar só borboleando. E nós, só humaneando.

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